Introdução:
Esse modem é muito comum e disponível em todas as operadoras do Brasil, a instalação é relativamente simples, mas pode dar muita dor de cabeça se não forem alguns macetes, acredite em mim.
Suprir as dependências:
# yum install libusb usbutils
Instalando o usb_modeswitch a partir dos fontes:
Esse é o macete mais importante, sofri, sofri, sofri, por ter instalado o pacote .rpm, baixe os fontes e compile.
Os pacotes podem ser obtidos em http://www.draisberghof.de/usb_modeswitch/#download. Por exemplo, para a versão no momento em que escrevo esse post, usei os comandos:
# wget http://www.draisberghof.de/usb_modeswitch/usb-modeswitch-1.2.5.tar.bz2
# wget http://www.draisberghof.de/usb_modeswitch/usb-modeswitch-data-20121109.tar.bz2
# tar -xjvf usb-modeswitch-1.2.5.tar.bz2
# tar -xjvf usb-modeswitch-data-20121109.tar.bz2
# cd usb-modeswitch-1.2.5
# make install
gcc -o usb_modeswitch usb_modeswitch.c -Wall -l usb
install -D -s --mode=755 usb_modeswitch /usr/sbin/usb_modeswitch
install -D --mode=755 usb_modeswitch.sh /lib/udev/usb_modeswitch
install -D --mode=644 usb_modeswitch.conf /etc/usb_modeswitch.conf
install -D --mode=644 usb_modeswitch.1 /usr/share/man/man1/usb_modeswitch.1
install -d /var/lib/usb_modeswitch
install -D --mode=755 usb_modeswitch_dispatcher /usr/sbin/usb_modeswitch_dispatcher
# cd ../usb-modeswitch-data-20121109
# cp 40-usb_modeswitch.rules /lib/udev/rules.d
# cp -r usb_modeswitch.d /usr/share/usb_modeswitch
Conecte o modem.
Verifique se o mesmo foi reconhecido pelo sistema:
# dmesg
usb 1-6: new high speed USB device using ehci_hcd and address 122
usb 1-6: New USB device found, idVendor=12d1, idProduct=1c05
usb 1-6: New USB device strings: Mfr=2, Product=1, SerialNumber=0
usb 1-6: Product: HUAWEI Mobile
usb 1-6: Manufacturer: HUAWEI
usb 1-6: configuration #1 chosen from 1 choice
scsi11 : SCSI emulation for USB Mass Storage devices
usb-storage: device found at 122
usb-storage: waiting for device to settle before scanning
scsi12 : SCSI emulation for USB Mass Storage devices
usb-storage: device found at 122
usb-storage: waiting for device to settle before scanning
usbcore: registered new interface driver usbserial
USB Serial support registered for generic
usbcore: registered new interface driver usbserial_generic
usbserial: USB Serial Driver core
USB Serial support registered for GSM modem (1-port)
usbcore: registered new interface driver option
option: v0.7.2:USB Driver for GSM modems
option 1-6:1.0: GSM modem (1-port) converter detected
usb 1-6: GSM modem (1-port) converter now attached to ttyUSB0
option 1-6:1.1: GSM modem (1-port) converter detected
usb 1-6: GSM modem (1-port) converter now attached to ttyUSB1
option 1-6:1.2: GSM modem (1-port) converter detected
usb 1-6: GSM modem (1-port) converter now attached to ttyUSB2
# ls /dev/ttyUSB*
/dev/ttyUSB0 /dev/ttyUSB1 /dev/ttyUSB2
Baixar o rpm do Gammu:
Os pacotes podem ser obtidos em http://wammu.eu/download/, você vai precisar baixar dois pacotes gammu e libGammu. Para a versão no momento em que escrevo esse post, usei os comandos:
# wget http://download.opensuse.org/repositories/home:/Nijel/CentOS_CentOS-6/x86_64/gammu-1.32.0-1.2.x86_64.rpm
# wget http://download.opensuse.org/repositories/home:/Nijel/CentOS_CentOS-6/x86_64/libGammu7-1.32.0-1.2.x86_64.rpm
# yum install gammu-1.32.0-1.2.x86_64.rpm libGammu7-1.32.0-1.2.x86_64.rpm
Segundo macete, usei o yum para instalar os pacotes, pois ele já verifica as dependências no sistema.
Criar o arquivo gammurc:
# vi/etc/gammurc
[gammu]
port = /dev/ttyUSB0
connection = at19200
model = at
synchronizetime = yes
logfile = /var/log/gammu.log
logformat = textalldate
use_locking =
gammuloc =
name=e173s
Testar o modem:
# gammu --identify
Device : /dev/ttyUSB0
Manufacturer : Huawei
Model : E173 (E173)
Firmware : 21.015.01.03.149
IMEI : 35XXXXXXXXXXX15
SIM IMSI : 72XXXXXXXXXXX76
# echo "Teste de envio" | gammu --sendsms TEXT 9XXXXXX9
If you want break, press Ctrl+C...
Sending SMS 1/1....waiting for network answer..OK, message reference=4
Obs. 9XXXXXX9 é o número do celular para onde a mensagem será enviada.
Agradecimentos:
Agradeço ao meu amigo Éderson Ribeiro (Dérsão), na realidade ele me deu todos os toques importantes, eu quebrei muito a cabeça e não ia, o que eu fiz foi só colocar neste artigo o que ele me ensinou ;-)
sexta-feira, 26 de abril de 2013
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Coleção de Ícones para Zabbix
Fiz uma pequena coleção de ícones para Zabbix para usar nos meus mapas e estou disponibilizando aqui!
Abaixo uma imagem deles:
Marcelo Ariatti disponibilizou uma série de ícones feitos por ele, e me autorizou a disponibiliza-los aqui!
Abaixo uma imagem deles:
A utilização e distribuição é livre.
Abaixo uma imagem deles:
Marcelo Ariatti disponibilizou uma série de ícones feitos por ele, e me autorizou a disponibiliza-los aqui!
Abaixo uma imagem deles:
A utilização e distribuição é livre.
Marcadores:
Ícones,
Monitoramento,
Open Source,
Software Livre,
SysAdmin,
Zabbix
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Conversão de Máquina Física em Máquina Virtual
Introdução:
O VMware vCenter Converter Standalone permite converter máquinas físicas em virtuais, o que já é bem interessante, mas além disso ele permite fazer essa conversão direto para um servidor de virtualização VMware ESX ou VMware ESXi.
Instalação do VMware vCenter Converter Standalone
Instalar a última versão do software VMware vCenter Converter Standalone no site da VMware, é necessário cadastro gratuito no site.
O processo é bem simples, next, next, finish.
Processo de Conversão da máquina
Abra o VMware vCenter Converter Standalone e clique em “Convert machine”.
Configure as opções de acordo com as necessidades:
Select source type: Tipo de máquina de origem.
Specify the powered-on-machine: A própria máquina local ou uma máquina remota.
A remote machine:
Ip addres or name: Nome ou IP da máquina.
User name: Login da máquina.
Password: Senha do usuário acima.
OS Family: Escolher entre Windows ou Linux.
Clique em “View source details...”.
No alerta que surge clique em “Yes”.
O software faz o levantamento das configurações da máquina. Aguarde.
Surge a janela com as configurações da máquina. Confira os dados e clique em “Close”.
Se tudo estiver correto clique em “Next”.
No aviso do certificado clique em “Ignore”.
Surge a janela com as informações da máquina de destino, se você quiser pode alterar o nome da máquina, observe também que são exibidas todas as VMs existentes no destino e seu status atual, se tudo estiver certo clique em “Next”.
Nesta tela podemos escolher qual datastore e versão da máquina virtual serão utilizados. Clique em “Next”.
Este é o resumo de acordo com as informações levantadas, uma série de configurações pode ser realizada, mas o que nos interessa é a seção “Helper VM network”, clique em “Edit”.
É preciso utilizar um IP da mesma rede que a máquina que será migrada, faça as configurações necessárias e clique em “Next”.
Resumo da conversão, se tudo estiver de acordo clique em “Finish”.
O processo inicia e exibe o tempo estimado inicial.
Durante o processo de conversão, o tempo estimado é automaticamente ajustado.
Se tudo ocorreu de forma correta, a mensagem de “Completed” é exibida em “Status”.
Alterações pós-conversão
Conecte-se no Servidor de Virtualização para onde a máquina foi migrada.
Selecione a máquina e clique em “Power On”.
Depois de iniciada a máquina é preciso alterar o script de inicialização da placa de rede, anote o endereço MAC da placa de rede.
Vamos copiar o conteúdo do script de inicialização original da máquina e edita-lo.
Alterando o endereço MAC para o atual.
Desligue a máquina antiga e reinicie a máquina nova.
O VMware vCenter Converter Standalone permite converter máquinas físicas em virtuais, o que já é bem interessante, mas além disso ele permite fazer essa conversão direto para um servidor de virtualização VMware ESX ou VMware ESXi.
Instalação do VMware vCenter Converter Standalone
Instalar a última versão do software VMware vCenter Converter Standalone no site da VMware, é necessário cadastro gratuito no site.
O processo é bem simples, next, next, finish.
Processo de Conversão da máquina
Abra o VMware vCenter Converter Standalone e clique em “Convert machine”.
Configure as opções de acordo com as necessidades:
Select source type: Tipo de máquina de origem.
Specify the powered-on-machine: A própria máquina local ou uma máquina remota.
A remote machine:
Ip addres or name: Nome ou IP da máquina.
User name: Login da máquina.
Password: Senha do usuário acima.
OS Family: Escolher entre Windows ou Linux.
Clique em “View source details...”.
No alerta que surge clique em “Yes”.
O software faz o levantamento das configurações da máquina. Aguarde.
Surge a janela com as configurações da máquina. Confira os dados e clique em “Close”.
Se tudo estiver correto clique em “Next”.
No aviso do certificado clique em “Ignore”.
Surge a janela com as informações da máquina de destino, se você quiser pode alterar o nome da máquina, observe também que são exibidas todas as VMs existentes no destino e seu status atual, se tudo estiver certo clique em “Next”.
Nesta tela podemos escolher qual datastore e versão da máquina virtual serão utilizados. Clique em “Next”.
Este é o resumo de acordo com as informações levantadas, uma série de configurações pode ser realizada, mas o que nos interessa é a seção “Helper VM network”, clique em “Edit”.
É preciso utilizar um IP da mesma rede que a máquina que será migrada, faça as configurações necessárias e clique em “Next”.
Resumo da conversão, se tudo estiver de acordo clique em “Finish”.
O processo inicia e exibe o tempo estimado inicial.
Durante o processo de conversão, o tempo estimado é automaticamente ajustado.
Se tudo ocorreu de forma correta, a mensagem de “Completed” é exibida em “Status”.
Alterações pós-conversão
Conecte-se no Servidor de Virtualização para onde a máquina foi migrada.
Selecione a máquina e clique em “Power On”.
Depois de iniciada a máquina é preciso alterar o script de inicialização da placa de rede, anote o endereço MAC da placa de rede.
Vamos copiar o conteúdo do script de inicialização original da máquina e edita-lo.
Alterando o endereço MAC para o atual.
Desligue a máquina antiga e reinicie a máquina nova.
Grace Hopper
10 de Dezembro é o dia do nascimento de duas mulheres muito importantes para a área de computação: Ada Lovelace e Grace Hopper, hoje quero falar sobre a segunda, desde que lí essa história na lista do Linuxchix Brasil, nunca mais esqueci, e resgatei a história no blog da Sulamita Garcia, num post de 2006, que reproduzo abaixo.
Grace Brewster Murray nasceu em Nova York, e chegou ao PhD em Matemática em 1934, com a tese “Novos critérios de irredutibilidade”(relacionado a polinômios). Seus feitos mais memoráveis são a criação do primeiro compilador, e o Cobol, que segundo o Wikipedia foi inspirado no FLOW-MATIC(de autoria dela), a primeira linguagem de programação a se aproximar da linguagem humana ao invés da linguagem de máquina.
Porém, em uma visita ao Brasil, tivemos a honra de conhecer algumas outras histórias curiosas a respeito dela de alguem que a conheceu pessoalmente e esteve em uma de suas palestras, Jon Hall Maddog. A primeira é que ela dizia que era melhor pedir desculpas que pedir permissão. Quando você queria fazer alguma coisa, se você dissesse ao seu chefe “posso fazer tal coisa, será bom por isto isto e isto”, geralmente ele vai pedir que vc preencha um relatorio, escreva porque seria bom, qual a previsão, o cronograma, as consequencias… O invés disso, você vai lá e faz. E quando vierem dizer “mas você fez isto!” você diz “desculpe, fiz, mas olha como ficou legal!”. Deve ter funcionado com ela, pois ela tentou se aposentar pelo menos 5 vezes(ela se aposentava e eles a chamavam novamente para o trabalho).
Outra foi sobre os nano e pico segundos. Ela é do tempo daqueles computadores enormes, que processavam informações em segundos ou centésimos de segundos. Ela certa vez conversando com um cadete estava falando: “sabe, eu posso entender o que é um centesímo de segundo, até mesmo um milésimo de segundo, mas não consigo entender um nanosegundo. Faz o seguinte, me arrume um nanosegundo”. Ele perguntou “como, oficial?” e ela repetiu “me arrume um nanosegundo”. Ele acatou, e frequentemente quando ela o encontrava, ela cobrava novamente “e o meu nanosegundo? Eu não vou esquecê-lo, me consiga um nanosegundo”. Meses depois, este cadete vem até ela e entrega uma folha de papel. Ela pergunta “o que é isto?” ele diz “isto é o seu nanosegundo. Esta é a distância que a luz percorre em um nanosegundo”. Ela ficou encantada, e como sempre fazia palestras sobre computação, passou a distribuir nanosegundos nas palestras: folhas de papel de 29.9792458 cm(segundo o wikipedia a medida que a luz percorre em um nanosegundo é esta). Alguns anos depois, ela encontrou este mesmo cadete, mas agora ele já era capitão. Ela disse “sabe, você fez um trabalho tão bom aquela vez com o nanosegundo, será que você conseguiria para mim um picosegundo?” Desta vez ele levou menos de um dia, aparecendo no outro dia com uma semente de pimenta preta, e a depositou sobre a mesa. Ele diste “este é o seu picosegundo. Em um picosegundo, a luz vai de um lado a outro desta semente.” A partir de então, ela passou a distribuir picosegundos nas suas palestras, e segundo Maddog, ele ainda tem o dele guardado.
Obrigada Almirante, por seu exemplo nos encorajar e servir de inspiração a todos.
Grace Brewster Murray nasceu em Nova York, e chegou ao PhD em Matemática em 1934, com a tese “Novos critérios de irredutibilidade”(relacionado a polinômios). Seus feitos mais memoráveis são a criação do primeiro compilador, e o Cobol, que segundo o Wikipedia foi inspirado no FLOW-MATIC(de autoria dela), a primeira linguagem de programação a se aproximar da linguagem humana ao invés da linguagem de máquina.
Porém, em uma visita ao Brasil, tivemos a honra de conhecer algumas outras histórias curiosas a respeito dela de alguem que a conheceu pessoalmente e esteve em uma de suas palestras, Jon Hall Maddog. A primeira é que ela dizia que era melhor pedir desculpas que pedir permissão. Quando você queria fazer alguma coisa, se você dissesse ao seu chefe “posso fazer tal coisa, será bom por isto isto e isto”, geralmente ele vai pedir que vc preencha um relatorio, escreva porque seria bom, qual a previsão, o cronograma, as consequencias… O invés disso, você vai lá e faz. E quando vierem dizer “mas você fez isto!” você diz “desculpe, fiz, mas olha como ficou legal!”. Deve ter funcionado com ela, pois ela tentou se aposentar pelo menos 5 vezes(ela se aposentava e eles a chamavam novamente para o trabalho).
Outra foi sobre os nano e pico segundos. Ela é do tempo daqueles computadores enormes, que processavam informações em segundos ou centésimos de segundos. Ela certa vez conversando com um cadete estava falando: “sabe, eu posso entender o que é um centesímo de segundo, até mesmo um milésimo de segundo, mas não consigo entender um nanosegundo. Faz o seguinte, me arrume um nanosegundo”. Ele perguntou “como, oficial?” e ela repetiu “me arrume um nanosegundo”. Ele acatou, e frequentemente quando ela o encontrava, ela cobrava novamente “e o meu nanosegundo? Eu não vou esquecê-lo, me consiga um nanosegundo”. Meses depois, este cadete vem até ela e entrega uma folha de papel. Ela pergunta “o que é isto?” ele diz “isto é o seu nanosegundo. Esta é a distância que a luz percorre em um nanosegundo”. Ela ficou encantada, e como sempre fazia palestras sobre computação, passou a distribuir nanosegundos nas palestras: folhas de papel de 29.9792458 cm(segundo o wikipedia a medida que a luz percorre em um nanosegundo é esta). Alguns anos depois, ela encontrou este mesmo cadete, mas agora ele já era capitão. Ela disse “sabe, você fez um trabalho tão bom aquela vez com o nanosegundo, será que você conseguiria para mim um picosegundo?” Desta vez ele levou menos de um dia, aparecendo no outro dia com uma semente de pimenta preta, e a depositou sobre a mesa. Ele diste “este é o seu picosegundo. Em um picosegundo, a luz vai de um lado a outro desta semente.” A partir de então, ela passou a distribuir picosegundos nas suas palestras, e segundo Maddog, ele ainda tem o dele guardado.
Obrigada Almirante, por seu exemplo nos encorajar e servir de inspiração a todos.
domingo, 25 de novembro de 2012
Monitorando a Temperatura do CPD com Termometro USB da China e Zabbix
Introdução
Recentemente comprei um Termometro USB na Deal Extreme por US$ 9,20 com frete grátis, isso mesmo, praticamente R$ 20,00. Quando ele chegou espetei em uma máquina Windows, instalei o software e realizei os testes, tudo OK. Hora de fazer esse cara funcionar no Linux.
Fiz algumas pesquisas na net e achei alguns scripts[1][2] que resolviam o problema, mas eu executava o script, ele não dava erro, mas não mostrava nada, cheguei a achar um projeto de um novo driver para resolver o problema[3], mas resolvi procurar mais um pouco, então encontrei o link que dizia que ele procurou pelo ID do USB[4], resolvi fazer a mesma coisa. Então achei em um fórum da própia DX[5], a dica do pcsensor[6], e a informação mais importante: Que ele tinha comprado 2 termometros, o primeiro que funcionava com as soluções que eu já tinha encontrado e um novo que ele adquiriu depois, e que possui um novo chipset, e o mesmo não funciona com as soluções anteriores.
Volta a pesquisar soluções com o pcsensor + ID do USB e achei a receita base para o tutorial abaixo aqui.
Instalação do PCSensor
Resolver as dependências:
# yum install libusb-devel make gcc
Download dos fontes:
# wget http://www.isp-sl.com/pcsensor-0.0.1.tgz
Compilar:
# tar xzf pcsensor-0.0.1.tgz
# cd pcsensor-0.0.1
# make clean
# make
Instalar:
# cp ./pcsensor /usr/local/bin/
# cp 99-tempsensor.rules /etc/udev/rules.d
Inserir o Termometro USB, se ele já estava inserido, remova e insira novamente.
Testar a leitura de informações:
# pcsensor
2012/11/23 17:14:17 Temperature 65.30F 18.50C
Separar a parte da informação que nos interessa:
# pcsensor | cut -d" " -f5 | cut -dC -f1
18.50
Criar a entrada no Agente do Zabbix:
# vi /etc/zabbix/zabbix_agentd.conf
UserParameter=temperatura,/usr/local/bin/pcsensor | cut -d" " -f5 | cut -dC -f1
Reiniciar o serviço do agente:
# service zabbix_agentd restart
Criar o item no Zabbix Server:
Clique em Configuration // Hosts
Na linha do servidor que está com o termometro instalado, clique em Items
Clique em Create item
Configure conforme imagem abaixo:
Observações:
Em Host vai aparecer o nome do seu servidor;
O campo Name pode ter o nome que você quiser dar ao item;
O campo Key deve ter o mesmo nome informado no arquivo de configuração do agente;
Em Host Interface vai aparecer o IP do Servidor.
Clique no botão Save.
Agora basta montar o gráfico com o item recém criado:
Referências:
[1] https://grepular.com/Using_Linux_to_Monitor_Room_Temperature_Remotely_and_Cheaply
[2] http://lab4.org/wiki/Zabbix_Raumtemperatur_ueberwachen_mit_USB_Temper
[3] http://relavak.wordpress.com/2009/10/17/temper-temperature-sensor-linux-driver/
[4] http://bitplane.net/2012/01/temper1-ubuntu/
[5] http://club.dx.com/forums/forums.dx/threadid.463194
[6] http://www.isp-sl.com/pcsensor-0.0.1.tgz
Recentemente comprei um Termometro USB na Deal Extreme por US$ 9,20 com frete grátis, isso mesmo, praticamente R$ 20,00. Quando ele chegou espetei em uma máquina Windows, instalei o software e realizei os testes, tudo OK. Hora de fazer esse cara funcionar no Linux.
Fiz algumas pesquisas na net e achei alguns scripts[1][2] que resolviam o problema, mas eu executava o script, ele não dava erro, mas não mostrava nada, cheguei a achar um projeto de um novo driver para resolver o problema[3], mas resolvi procurar mais um pouco, então encontrei o link que dizia que ele procurou pelo ID do USB[4], resolvi fazer a mesma coisa. Então achei em um fórum da própia DX[5], a dica do pcsensor[6], e a informação mais importante: Que ele tinha comprado 2 termometros, o primeiro que funcionava com as soluções que eu já tinha encontrado e um novo que ele adquiriu depois, e que possui um novo chipset, e o mesmo não funciona com as soluções anteriores.
Volta a pesquisar soluções com o pcsensor + ID do USB e achei a receita base para o tutorial abaixo aqui.
Instalação do PCSensor
Resolver as dependências:
# yum install libusb-devel make gcc
Download dos fontes:
# wget http://www.isp-sl.com/pcsensor-0.0.1.tgz
Compilar:
# tar xzf pcsensor-0.0.1.tgz
# cd pcsensor-0.0.1
# make clean
# make
Instalar:
# cp ./pcsensor /usr/local/bin/
# cp 99-tempsensor.rules /etc/udev/rules.d
Inserir o Termometro USB, se ele já estava inserido, remova e insira novamente.
Testar a leitura de informações:
# pcsensor
2012/11/23 17:14:17 Temperature 65.30F 18.50C
Separar a parte da informação que nos interessa:
# pcsensor | cut -d" " -f5 | cut -dC -f1
18.50
Criar a entrada no Agente do Zabbix:
# vi /etc/zabbix/zabbix_agentd.conf
UserParameter=temperatura,/usr/local/bin/pcsensor | cut -d" " -f5 | cut -dC -f1
Reiniciar o serviço do agente:
# service zabbix_agentd restart
Criar o item no Zabbix Server:
Clique em Configuration // Hosts
Na linha do servidor que está com o termometro instalado, clique em Items
Clique em Create item
Configure conforme imagem abaixo:
Observações:
Em Host vai aparecer o nome do seu servidor;
O campo Name pode ter o nome que você quiser dar ao item;
O campo Key deve ter o mesmo nome informado no arquivo de configuração do agente;
Em Host Interface vai aparecer o IP do Servidor.
Clique no botão Save.
Agora basta montar o gráfico com o item recém criado:
Referências:
[1] https://grepular.com/Using_Linux_to_Monitor_Room_Temperature_Remotely_and_Cheaply
[2] http://lab4.org/wiki/Zabbix_Raumtemperatur_ueberwachen_mit_USB_Temper
[3] http://relavak.wordpress.com/2009/10/17/temper-temperature-sensor-linux-driver/
[4] http://bitplane.net/2012/01/temper1-ubuntu/
[5] http://club.dx.com/forums/forums.dx/threadid.463194
[6] http://www.isp-sl.com/pcsensor-0.0.1.tgz
domingo, 29 de julho de 2012
Happy Sysadmin Day!
O Dia do Administrador de Sistemas é comemorado na última sexta-feira de Julho, achei esse texto bem interessante.
O sysadmin desempacotou o servidor para esse site, instalou o sistema, atualizou ele para se manter seguro, garantiu que energia e refrigeração estavam funcionando na sala de servidores, monitorou a estabilidade, configurou o software, e manteve os backups em caso de algo desse errado. Tudo isso para servir essa página.
O sysadmin instalou os roteadores, colocou os cabos, configurou as redes, os firewalls, e monitorou e guiou o trafico por cada salto da rede que trabalha sobre cobre, fibra ótica, e até mesmo pelo ar para trazer a internet ao seu computador.
Tudo para garantir que o site encontre seu caminho do servidor para seu computador.
O sysadmin garante que sua conexão de rede esta segura, disponível e funcionando. O sysadmin garante que seu computador está funcionando de uma maneira saudável em uma rede saudável.
O sysadmin faz backups para se assegurar contra desastres humanos e diversos, fecha os portões contra ameaças de segurança e crackes, e mantem as impressoras funcionando não importe quantas copias alguém esteja imprimindo.
O sysadmin se preocupa com SPAM e spyware, mas também com quedas de energia, incêndios e inundações.
Quando o servidor de email para as 2 da manhã no domingo, o seu sysadmin é notificado, acorda e vai ao trabalho.
O sysadmin é um profissional que planeja, se preocupa, conserta, delega, protege e cria boas redes de computadores, para trazer os seus dados, para ajudar você a trabalhar – para trazer o potencial da computação próximo da realidade e de você.
Então se você pode ler isto, agradeça ao seu sysadmin – e saiba que ele ou ela é apenas um das centenas ou milhares que trabalham para trazer para você seus e-mails, suas mensagens instantâneas, suas ligações, e esse site.
Portanto, dê ao seu sysadmin sua apreciação ao duro trabalho que ele exerce!
O sysadmin desempacotou o servidor para esse site, instalou o sistema, atualizou ele para se manter seguro, garantiu que energia e refrigeração estavam funcionando na sala de servidores, monitorou a estabilidade, configurou o software, e manteve os backups em caso de algo desse errado. Tudo isso para servir essa página.
O sysadmin instalou os roteadores, colocou os cabos, configurou as redes, os firewalls, e monitorou e guiou o trafico por cada salto da rede que trabalha sobre cobre, fibra ótica, e até mesmo pelo ar para trazer a internet ao seu computador.
Tudo para garantir que o site encontre seu caminho do servidor para seu computador.
O sysadmin garante que sua conexão de rede esta segura, disponível e funcionando. O sysadmin garante que seu computador está funcionando de uma maneira saudável em uma rede saudável.
O sysadmin faz backups para se assegurar contra desastres humanos e diversos, fecha os portões contra ameaças de segurança e crackes, e mantem as impressoras funcionando não importe quantas copias alguém esteja imprimindo.
O sysadmin se preocupa com SPAM e spyware, mas também com quedas de energia, incêndios e inundações.
Quando o servidor de email para as 2 da manhã no domingo, o seu sysadmin é notificado, acorda e vai ao trabalho.
O sysadmin é um profissional que planeja, se preocupa, conserta, delega, protege e cria boas redes de computadores, para trazer os seus dados, para ajudar você a trabalhar – para trazer o potencial da computação próximo da realidade e de você.
Então se você pode ler isto, agradeça ao seu sysadmin – e saiba que ele ou ela é apenas um das centenas ou milhares que trabalham para trazer para você seus e-mails, suas mensagens instantâneas, suas ligações, e esse site.
Portanto, dê ao seu sysadmin sua apreciação ao duro trabalho que ele exerce!
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Administrador de Redes,
Open Source,
SysAdmin
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Treinamento Oficial de Zabbix na Unirede - Minhas Impressões
De 09 à 13 de Abril de 2012 estive em Porto Alegre realizando o treinamento oficial em Zabbix na Unirede,
várias pessoas me pediram para escrever um post sobre o assunto, o
treinamento foi o primeiro em português, aberto ao público, já havia
acontecido de forma fechada em alguns órgãos que contrataram esse modelo
de turma fechada.
Foram 02 módulos:
ZABBIX Certified Specialist - 3 Dias.
ZABBIX for Large Environments - 2 Dias.
Resposta curta: Sim vale a pena fazer o treinamento, você vai aprender muita coisa, mesmo já tendo um bom tempo de vivência com o Zabbix.
Agora vamos a resposta longa, como cheguei nessa conclusão? São vários detalhes que me chamaram a atenção e que fizeram o treinamento valer a pena, vou listando como eles vão surgindo na minha mente, sem um sequencia pré-estabelecida, isto é um blog ;-)
Infra-Estrutura:
Foi alugada uma sala em local excelente no centro de Porto Alegre, uma sala simples, mas eficiente, mesas com um notebook cada uma, com a opção de você poder usar o seu próprio equipamento, o que me agradou de cara, pois podia ficar com a cópia das VMs, realizar anotações e checar meus e-mails de vez em quando, com tranquilidade pois era o MEU note, e eu sei o que tem rodando nele.
Projetor e ar condicionado compatíveis com nossas necessidades, 2 banheiros, água e café o dia todo a disposição. Coffe Break também compatível, apesar de não ter ficado aquela sensação de "nossa tinha uma mesa de 3 metros com 25 opções de salgados, 12 de bebidas e 18 de doces", também não tenho do que reclamar, tinha água, café, suco, doces e salgados, todos muito saborosos. o Coffe era servido de manhã e de tarde.
Material Didático:
Esse é o ponto mais fraco, a "apostila" são os slides que o instrutor utiliza impressos coloridos 4 por folha, mas esse material é fornecido pela ZABBIX SIA, eles apenas traduziram, fica claro para quem frequenta o fórum, mas principalmente para quem faz o treinamento que a ZABBIX SIA é uma empresa focada no produto dela, o Alexei é centralizador, e isso reflete em tudo, para um bom nerd, isso basta como material, mas como alunos esperamos algo melhor, se o livro "Zabbix 1.8 Network Monitoring - Rihards Olups" fosse oferecido junto com o treinamento, acredito que já resolveria o problema.
Acredito que falte ao Alexei uma postura mais Mark Zuckerberg, se ele quer ficar programando, não tem problema, mas contrate pessoas competentes para fazer o resto: Marketing, Parcerias, Material Didático, etc.
Conteúdo do Curso:
Só posso falar do curso que eu fiz, mas vou me arriscar a falar um pouco sobre o que eu imagino que rolou nos outros treinamentos.
Quem tem um pouco de maturidade sabe que marcas, nomes de empresas, tradições e etc, tem seu valor até um certo ponto apenas, o que realmente faz diferença, e faz o sucesso de uma marca, empresa, tradição e etc, são as pessoas, as pessoas fazem a diferença. Eu imagino que nos treinamentos anteriores realizados pelo Alexei e por pessoas da ZABBIX SIA eles mantiveram a linha nerd da empresa, ou seja, o treinamento foi excelente, mas tudo dentro do planejado, mostrando a ferramenta da maneira que ela foi planejada e executada, típico da maior parte do mundo, mas não do Brasil, novamente isso é muito bom em muitas situações, mas não em todas, e se foi assim, acredito que meu treinamento foi melhor.
O brasileiro é conhecido pelo seu "jeitinho", isso tem um lado perjorativo que eu odeio, tento combater e não aceito de maneira alguma. Mas tem o seu lado positivo, o brasileiro é inovador, criativo e mestre em usar algo para um fim totalmente diferente do que o proposto pelo projetista. E isto se aplica à Gerencia de redes também, as normas são importantes, mas entre deixar a rede parada e colocar um hub, ou fazer um "varal", usar um micro que tava jogado como roteador temporário, você pode ter certeza que qualquer profissional no Brasil escolhe a segunda opção, pessoas de outras culturas geralmente não tem essa visão, eles não vão tomar essa iniciative pois ela viola a norma.
Nós vimos tudo que estava previsto no material, e não era pouca coisa, acredito que apenas o primeiro treinamento deveria durar os 5 dias, pois o conteúdo é muito corrido, a quantidade de labs é pequena frente ao conteúdo e alguns assuntos como relatórios, por exemplo, nem fazem parte do conteúdo programático. O segundo treinamento em 2 dias está ótimo.
O Instrutor:
Deixei para falar por último do instrutor, pois como já disse no tópico anterior o que faz a diferença são as pessoas, o Luciano Alves é um cara mega comprometido com o Zabbix e com o trabalho que a Unirede desenvolve, eles são parceiros da ZABBIX SIA, responsáveis pela tradução do Manual em Português, e da área em Português do Fórum oficial, além é claro, dos Treinamentos Oficiais em Português.
A experiência que a Unirede e o Luciano possuem na ferramenta fizeram toda a diferença no treinamento, minhas anotações convertidadas para um arquivo de texto sem formatação, geraram 4 páginas em formato A4.
O comprometimento que o Luciano teve de almoçar TODOS os dias com o pessoal do curso, procurar outras opções para conhecermos vários locais, descer e participar de todos os coffe breaks, nos levar para jantar em uma churrascaria típica, com apresentação de dança típica gaúcha, vai muito além do papel de instrutor ou do representante de uma empresa que só quer vender seu produto.
Além disso ele nunca se recusou a abordar algo que não fazia parte do treinamento oficial, de responder dúvidas, que para muitos eram simples, mostrou vários exemplos de ferramentas e abordagens que eles fazem no Zabbix, discutiu várias idéias de como utilizar o Zabbix para atender demandas de clientes que não foram pensadas pelos desenvolvedores. Como, por exemplo, fornecer ao diretor da empresa uma visão do negócio em camadas, que ajudam na tomada de decisões, e não detalhes técnicos que só interessam ao operador.
Um dos participantes só fez o primeiro treinamento e passou os outros dois dias na Unirede acompanhando o trabalho do pessoal, um amigo e eu fomos visitar a Unirede.
Enfim o Luciano fez toda a diferença no treinamento!
Algumas Fotos do Treinamento:
Foram 02 módulos:
ZABBIX Certified Specialist - 3 Dias.
ZABBIX for Large Environments - 2 Dias.
Resposta curta: Sim vale a pena fazer o treinamento, você vai aprender muita coisa, mesmo já tendo um bom tempo de vivência com o Zabbix.
Agora vamos a resposta longa, como cheguei nessa conclusão? São vários detalhes que me chamaram a atenção e que fizeram o treinamento valer a pena, vou listando como eles vão surgindo na minha mente, sem um sequencia pré-estabelecida, isto é um blog ;-)
Infra-Estrutura:
Foi alugada uma sala em local excelente no centro de Porto Alegre, uma sala simples, mas eficiente, mesas com um notebook cada uma, com a opção de você poder usar o seu próprio equipamento, o que me agradou de cara, pois podia ficar com a cópia das VMs, realizar anotações e checar meus e-mails de vez em quando, com tranquilidade pois era o MEU note, e eu sei o que tem rodando nele.
Projetor e ar condicionado compatíveis com nossas necessidades, 2 banheiros, água e café o dia todo a disposição. Coffe Break também compatível, apesar de não ter ficado aquela sensação de "nossa tinha uma mesa de 3 metros com 25 opções de salgados, 12 de bebidas e 18 de doces", também não tenho do que reclamar, tinha água, café, suco, doces e salgados, todos muito saborosos. o Coffe era servido de manhã e de tarde.
Material Didático:
Esse é o ponto mais fraco, a "apostila" são os slides que o instrutor utiliza impressos coloridos 4 por folha, mas esse material é fornecido pela ZABBIX SIA, eles apenas traduziram, fica claro para quem frequenta o fórum, mas principalmente para quem faz o treinamento que a ZABBIX SIA é uma empresa focada no produto dela, o Alexei é centralizador, e isso reflete em tudo, para um bom nerd, isso basta como material, mas como alunos esperamos algo melhor, se o livro "Zabbix 1.8 Network Monitoring - Rihards Olups" fosse oferecido junto com o treinamento, acredito que já resolveria o problema.
Acredito que falte ao Alexei uma postura mais Mark Zuckerberg, se ele quer ficar programando, não tem problema, mas contrate pessoas competentes para fazer o resto: Marketing, Parcerias, Material Didático, etc.
Conteúdo do Curso:
Só posso falar do curso que eu fiz, mas vou me arriscar a falar um pouco sobre o que eu imagino que rolou nos outros treinamentos.
Quem tem um pouco de maturidade sabe que marcas, nomes de empresas, tradições e etc, tem seu valor até um certo ponto apenas, o que realmente faz diferença, e faz o sucesso de uma marca, empresa, tradição e etc, são as pessoas, as pessoas fazem a diferença. Eu imagino que nos treinamentos anteriores realizados pelo Alexei e por pessoas da ZABBIX SIA eles mantiveram a linha nerd da empresa, ou seja, o treinamento foi excelente, mas tudo dentro do planejado, mostrando a ferramenta da maneira que ela foi planejada e executada, típico da maior parte do mundo, mas não do Brasil, novamente isso é muito bom em muitas situações, mas não em todas, e se foi assim, acredito que meu treinamento foi melhor.
O brasileiro é conhecido pelo seu "jeitinho", isso tem um lado perjorativo que eu odeio, tento combater e não aceito de maneira alguma. Mas tem o seu lado positivo, o brasileiro é inovador, criativo e mestre em usar algo para um fim totalmente diferente do que o proposto pelo projetista. E isto se aplica à Gerencia de redes também, as normas são importantes, mas entre deixar a rede parada e colocar um hub, ou fazer um "varal", usar um micro que tava jogado como roteador temporário, você pode ter certeza que qualquer profissional no Brasil escolhe a segunda opção, pessoas de outras culturas geralmente não tem essa visão, eles não vão tomar essa iniciative pois ela viola a norma.
Nós vimos tudo que estava previsto no material, e não era pouca coisa, acredito que apenas o primeiro treinamento deveria durar os 5 dias, pois o conteúdo é muito corrido, a quantidade de labs é pequena frente ao conteúdo e alguns assuntos como relatórios, por exemplo, nem fazem parte do conteúdo programático. O segundo treinamento em 2 dias está ótimo.
O Instrutor:
Deixei para falar por último do instrutor, pois como já disse no tópico anterior o que faz a diferença são as pessoas, o Luciano Alves é um cara mega comprometido com o Zabbix e com o trabalho que a Unirede desenvolve, eles são parceiros da ZABBIX SIA, responsáveis pela tradução do Manual em Português, e da área em Português do Fórum oficial, além é claro, dos Treinamentos Oficiais em Português.
A experiência que a Unirede e o Luciano possuem na ferramenta fizeram toda a diferença no treinamento, minhas anotações convertidadas para um arquivo de texto sem formatação, geraram 4 páginas em formato A4.
O comprometimento que o Luciano teve de almoçar TODOS os dias com o pessoal do curso, procurar outras opções para conhecermos vários locais, descer e participar de todos os coffe breaks, nos levar para jantar em uma churrascaria típica, com apresentação de dança típica gaúcha, vai muito além do papel de instrutor ou do representante de uma empresa que só quer vender seu produto.
Além disso ele nunca se recusou a abordar algo que não fazia parte do treinamento oficial, de responder dúvidas, que para muitos eram simples, mostrou vários exemplos de ferramentas e abordagens que eles fazem no Zabbix, discutiu várias idéias de como utilizar o Zabbix para atender demandas de clientes que não foram pensadas pelos desenvolvedores. Como, por exemplo, fornecer ao diretor da empresa uma visão do negócio em camadas, que ajudam na tomada de decisões, e não detalhes técnicos que só interessam ao operador.
Um dos participantes só fez o primeiro treinamento e passou os outros dois dias na Unirede acompanhando o trabalho do pessoal, um amigo e eu fomos visitar a Unirede.
Enfim o Luciano fez toda a diferença no treinamento!
Algumas Fotos do Treinamento:
Galera que fez o treinamento - Foto Oficial
Luciano durante o treinamento
Enéas concentrado no detalhe da foto
Luciano durante o treinamento
Luciano durante o treinamento
Treinamento Especialista Certificado 1º Dia
Luciano durante o treinamento
Como a Unirede classifica os níves de alertas
Treinamento Especialista Certificado 2º Dia
Treinamento Especialista Certificado 3º Dia
Treinamento Zabbix para grandes Ambientes
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Eu e o Luciano na Unirede
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